Estudo e Maternidade: dá pra conciliar?

fonte:Pinterest

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Olha confesso pra vocês que um dos meus maiores desafios nessa vida de mãe com certeza é tempo pra estudar. A gente passa o dia correndo atrás de menino, cuidando da casa, trabalhando e chega a noite quer tirar um tempo para estudar ou ler algum livro que está atrasado, não sei vocês, mas é difícil não se sentir com sono depois de uma rotina dessas.

Terminei a minha monografia e defendi no começo desse ano e também me preparei para um concurso o qual eu estava esperando com ansiedade. Os dois ao mesmo tempo! A monografia já estava praticamente pronta e só faltavam alguns detalhes para fechar e para o concurso tive que ler uns 20 livros da minha área: Comunicação Social. Consegui ler todos antes da prova e falo para vocês, força de vontade é tudo para gente não chutar o pau da barraca.

O mais legal de tudo (sqn) a data da defesa e do concurso eram bem próximas, dai vocês percebem o desespero da mãe.

Me abracei no café é claro , mas aproveitava mesmo era o soninho da tarde do filhote para ler e quando pai estava em casa pedia para brincar com ele. Levar para a casa da avó também é uma boa saída, pude contar com a minha mãe várias vezes durante essa jornada.

Ano que vem quero continuar os estudos com um novo curso e um MBA, se eu vou dar conta?Claro, só ainda não sei como!

Mães estudantes, universitárias, mestrandas, doutorandas e concurseiras, é um tanto complicado estudar com as nossas rotinas, mas o sucesso no final é prazeroso. Deixo um post do blog Projeto de Mãe que fala sobre o estudo e a maternidade, vale passar lá também

 http://www.projetodemae.com.br/2013/02/18/estudo-x-maternidade/

Algum conselho para ajudar a mãe aqui a conciliar estudo e maternidade?

Beijos e até mais!

 

Por uma Maternidade sem Rótulos!

fonte:Google Imagens

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Olá Mamães!
Ultimamente o que mais tenho visto são mães que julgam e se intitulam “mais mães” ou “menas mães”. Me desculpe quem defende esse tipo de coisa, mas acho um absurdo. Eu Priscila, como mãe, não me sinto no direito de rotular ninguém só porque a pessoa não amamentou exclusivamente até os seis meses ou porque fez uma cesariana. Não sei a realidade dentro da casa de ninguém, não sei como essa pessoa vive e portanto não posso julgá-la.
O fato é que quando me descobri grávida não sabia de nada dessa vida,nada mesmo, me vi perdida no meio de tanta informação que ás vezes nem sabia qual seguir.Optei por fazer uma cesariana porque não sabia nada sobre parto natural, nada mesmo e nem procurei me informar.Só dei ouvidos aos que os outros diziam. Contrariando a grande maioria, a minha médica me perguntou se eu queria esperar por um parto normal, que ela me ajudaria no que fosse preciso,mas eu no pouco que tinha lido sobre o assunto, resolvi optar por uma cesárea. Quando meu filho tinha apenas 4 meses de idade, voltei a trabalhar. Me vi enrolada e com pouco leite para deixar em casa, tive que ofertar leite artificial, mesmo sabendo que não era o que eu tinha planejado. Quando chegava em casa e nos meus tempos livres, amamentava em livre demanda.
E você mãe que optou pelo parto normal e amamentou exclusivamente até os seis meses, mesmo com todas as dificuldades, ou a mãe que não pode amamentar,você me pergunta diante de todas essas escolhas, o que nos torna menos ou mais mãe?
Nenhuma delas! Somos apenas mãe e mulheres que vivem e convivem com as nossas próprias escolhas.
Nas redes sociais algumas mães travam uma verdadeira “guerra virtual”. Dar conselhos, mostrar um alimento novo ou uma ideia nova já vira motivo de discussão e às vezes até xingamento!As vezes fica até difícil você expressar sua opinião,o que você viveu pois parece que sempre tem alguém para apontar o dedo. Não é bem por ai que vamos construir um caminho legal para os nosso filhos. A maternidade por si só já é uma dureza, então, ao invés de julgar por que não nos apoiamos?
Escute,leia, opine, converse e o mais importante: respeito!
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Este post sofreu um upgrade e agora participa do Projeto Coração Materno: por uma maternidade em rede, criado pela Isa Kanupp, do blog Para Beatriz e pela Ananda Etges, do blog Projeto de mãe.
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5 verdades sobre o sexo depois da maternidade.

fonte: Pinterest

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Olá!

A maternidade muda tudo na vida do casal, e é claro que o sexo está entre uma delas. Ninguém imagina o quanto muda até realmente passar por isso. Vai do vinho pra água, por isso hoje começo a tag Verdades e para inaugurar  uma listinha de cinco coisas que todos os pais deveriam saber sobre a vida sexual depois do nascimento dos filhos.

1- Quando se tem filhos você não faz sexo quando tem vontade e sim quando dá!

Você se programa toda, depila tudo, passa aquele perfume que o parceiro adora, pensa em um monte de coisas que quer fazer com o cara e no fim da noite:  o filho resolve ficar pilhado pela madrugada inteira ou ele resolve que está com medo e quer dormir bem no meio de vocês.

2-Cadê a ousadia?

Acho que ficou junto com a preguiça, ambas perdidas em alguma bagunça da casa.

3-Cadê a disposição?

Caro amigo, você trabalha o dia inteiro, chega em casa e ainda vai  brincar com o filho, botar ele para dormir. Quando chega o fim dessa saga toda, cadê disposição?É difícil meu caro, a vontade mesmo é de deitar a cabeça na cama e dormir.

4-O sexo ficou diferente?

Sexo não deveria ter hora marcada, deveria ser feito na hora que pintasse a vontade e sem pressa. Infelizmente não é assim que a banda toca  quando se tem filhos, é diferente porque é mais difícil se desconectar totalmente, pois o bebê a qualquer momento pode chorar ,te chamar, cair da cama, ter um pesadelo, ficar com fome…a lista pode não ter fim!

5-Eles sempre acordam na melhor parte!

Parece que eles possuem algum tipo de sensor ou despertador que avisa: acorda neném, vai atrapalhar a noite dos seus papais!Isso complica ainda mais quando se tem mais de um filho. Ai é paciência e tentar novamente (ou não) no dia seguinte.