Sobre Medos e Coragem.

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Olá Mamães, aqui estou de volta depois de um bom período sem internet e atarefada com a mudança de casa. Milhares de ideias na cabeça sem poder passar para vocês, mas finalmente nessa semana conseguimos arrumar tudo por aqui.

Sentir medo é algo natural e acho que todo mundo passa por isso. Eu por exemplo morro de medo de dormir sozinha no escuro, aqui em casa a briga rola solta por que eu insisto em dormir com o abajur ligado e o marido no escuro total.

Meu filho nunca teve problemas com o escuro, se o quarto estava com a luz apagada ele ia lá pegava os brinquedinhos dele normalmente e saia. Recentemente esse hábito mudou. Ele anda morrendo de medo de entrar em qualquer lugar que esteja no escuro. O coração fica agitado, ele fica tremendo, reações que eu nunca tinha visto no meu filho.Agora toda vez que ele quer entrar no quarto e a luz ta apagada, ele me chama para ir com ele.

Procurando na internet alguma *matéria que falasse sobre o medo, achei uma bem interessante no site Bebe.abril . Ela aborda que o ideal é identificar a origem ou mesmo a existência do medo infantil. É preciso estar atento aos sinais demonstrados pela criança e saber conversar com ela sobre o que lhe causa pavor.  A matéria também lista uma série de cuidados para lidar com o medo infantil, são eles:

– Dê atenção, questione e estimule a criança a enfrentar o medo irreal (ou inimigo): ela encontrará sozinha uma solução para suas fantasias.

– Não gaste tempo demais falando sobre o assunto para evitar que a criança fique ainda mais ansiosa. Mude de tópico, distraia.

– Fale a verdade sobre os medos reais (ou amigos) para que a criança construa noções de perigo. Exemplo: ela tem de saber que escadas, piscinas e animais presos representam riscos. Mas faça isso sem aterrorizá-la.

– Brinque com seu filho e entre na fantasia dele (a do bicho-papão, por exemplo): experiências lúdicas ajudam os pequenos a lidar com seus anseios.

– Avalie a intensidade do medo e fique atenta para o limite da normalidade, que é a rotina saudável de vida.

– Ofereça objetos para ela se sentir mais segura, principalmente na hora de dormir sozinha. São os chamados objetos transicionais, que reduzem a ansiedade da criança durante a passagem da vida desperta para o sono. Pode ser o famoso ursinho, o naná, a boneca e até a mantinha. O importante é que ele tenha algo familiar à mão para enfrentar os temores na hora de dormir.

– Jamais use o medo da criança como meio de poder: além de cruéis, ameaças de deixar o filho sozinho ou no escuro reforçam o medo inimigo.

Mas este post não é só sobre o medo, mas também sobre a coragem. Sim! Esta que vem quando menos esperamos.

Arthur sempre teve medo da areia da praia e do mar desde a primeira vez que levamos ele. No último sábado aproveitamos que alguns primos meus estavam aqui em casa e levamos todos para curtir um belo dia de sol na praia. Carreguei comigo todos aqueles famosos brinquedinhos para brincar na areia para  a festa ficar completa.

Resolvi colocar Arthur para andar um pouco na areia:  quem disse que ele quis colocar o pé no chão? Com muita paciência e calma, sentei com ele na areia, conversamos, mostrei como se brincava, fiz castelinhos e tudo o mais que pude pensar naquela manhã. Em questão de meia hora, Arthur já estava brincando horrores na areia,se sujando todo. O medo já tinha sido esquecido e deu lugar a muita diversão.

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A foto já diz tudo!Arthur se divertindo com a areia!

O difícil mesmo foi a hora de ir para casa, nem a mãe aqui queria,rs! A vida é assim mesmo, uma hora sentimos medo de coisas bobas e importantes e em outras ela nos dá coragem para não perdemos as coisas boas da vida.

E na casa de vocês mamães, do que o seus bebês sentem mais medo? E quais foram os seus atos de coragem?

Beijos!

*Link para a matéria completa: http://bebe.abril.com.br/materia/por-que-as-criancas-sentem-medo

O pequeno ajudante da mamãe Noel.

Arthur admirando os enfeites da árvore!A montagem estava no começo!

Dezembro tá  batendo na porta e o Natal já está  bem ai. Na minha casa temos aquela velha tradição de montar a árvore de natal, enfeitar a casa com tudo que a imaginação (e o bolso) permitir.

Esse ano recebi a companhia de um ajudante muito especial: meu filho Arthur que pela primeira vez ajudou a montar a árvore de Natal. O encantamento dele com as bolinhas,pegando cada pedaço da árvore, se sentindo todo importante em ajudar.Adorei e ele mais ainda em ter participado da arrumação. Claro que a bagunça reinou, mas no final das contas até que conseguimos arrumá-la,de vez em quando ele arranca um enfeite, é, faz parte.

Eu adoro o Natal, adoro os enfeites, troca de presentes e principalmente  a família reunida comendo horrores! É uma época que sempre procuro passar perto de quem amo. Espero que essa tradição continue com o meu filho.

Beijos!

Quando o filho vai passar o dia na casa da avó.

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Sabe aquele dia quando o filho vai passar o dia na casa da avó e você nem sabe o que fazer com o tempo livre e acaba que não faz nada? Digamos que são esses dias de folga e eu tiro para aproveitar o nadismo(ou não).

Primeiro depois que deixo Arthur no carro do tio, volto para cama e tiro aquele sono despreocupado (que faz toda a diferença). Acordo e vou direto para o computador, vejo alguns sites de notícias, penso rapidamente no almoço ou melhor em nada que vá me fazer tomar muito tempo. Ás vezes o marido inventa um cardápio e vai para cozinha(melhor ainda)e tudo se resolve. Geralmente uso esse dia para fazer coisas de mulherzinha mesmo, como pintar as unhas, cuidar do cabelo, tomar aquele banho demorado, fofocar com as amigas no telefone.

A tarde é hora do filme com o marido, às vezes no cinema ou em casa no dvd. Depois saímos para tomar sorvete e falar do Arthur. É incrível como sempre o assunto é só ele!

Mesmo com todas essas atividades a cabeça está lá nele “será que comeu tudo? será que ele dormiu muito? já tomou banho?”. Preocupações normais de mãe.

Quando chega o final da tarde já começo a sentir falta do meu pequeno. É hora de ir buscá-lo.

Chego à casa da minha sogra e a cena é sempre a mesma: Arthur se divertindo com seus brinquedos ao som da Galinha Pintadinha. Corro pego ele no braço e dou um cheiro no cabelo (o melhor cheiro do mundo, diga-se de passagem) e ai e a hora de voltar para casa e para a doce rotina de mãe.

E ai mamães, o que vocês fazem quando o filho vai para casa da avó?

Beijos!